9 de junho de 2008

Abbá!!






Abbá meu bom Abbá!

Estou tão feliz! Não, não estou! Eu sou FELIZ! É diferente o ser do estar não é Abba? É diferente... E não, não ganhei a lotaria, ou o euromilhões, nem comprei casa ou carro, nem acabei a última das últimas etapas, nem nada disso... É muito, mas muito melhor! E é muito mas muito melhor, porque toca no mais essencial da Vida. Só por isso! O teu Primeiro é que tinha razão! Continua tão VIVO, mas tão vivo! Tão presente... exactamente por isso, porque é o mais sábio no essencial da vida. Sabes Abba, quando estou a "trabalhar", às vezes dão-me umas fúrias e desato a resmungar por causa disto mesmo... Porque a sabedoria da vida e que dá Vida, a sabedoria do Coração não tem nada a ver com graus académicos, nem com a maior ou menor habilidade de brincar com números, letras ou átomos... Isso até pode ser importante, mas é tão pouco, tão pouco quando se põe em campo com a sabedoria da Vida, do Yeshuah! E ando eu a perder a minha energia com aquelas coisas! Será que não podia ser melhor aproveitada e fazer alguma coisa realmente útil?!!

Ó Abba como é que eu continuo o blog? É que as palavras são tão pobres para falar de ti. De ti, do Yeshuah... e da Ruah! São tão pobres, mas tão pobres! E ainda por cima, o tempo anda a apertar... Já viste a enormidade de trabalho que tenho à minha frente?! Hmmm... pronto está bem! Tens razão! As Libertações dão sempre que fazer... Eles também levaram tempo a sair do Egipto, não foi?! Ó Abbá! Eu sei, que tu és Amor e que não te impões... eu sei! Mas tu não me deixes vacilar a meio do caminho e começar a construir bezerros de ouro... Tu não me deixes! Eu até já sei o final da história e tudo... e até sei que no fim do deserto existe uma terra prometida para mim... uma palestina à minha espera... eheheheheheh! Ai, mas eu sou tão curta de memória!!! Eu até sei, que tu não dormes nem nada...

Ó Abba vale mesmo a pena continuar com isto? É que senão for para falar de ti, ou de vós, eu prefiro, mesmo, calar-me. Mais vale do que dizer asneiras. A alegria, a paz de te experimentar no concreto do dia-a-dia é... é... é... não há palavras...

Ai... ai...

Só gostava de te saber testemunhar...de dar testemunho verdadeiro do que me é feliz, do que me faz feliz, do que me torna feliz. Mais nada. Só isso.

Abba, hoje poder ser um igual àquele do outro dia? Pode?


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